Neste período de pandemia pelo qual estamos passando se tornou necessário acompanhar as informações sobre o assunto. Nesse sentido, as consultorias MB Associados e MB Agro produziram um BI com informações públicas e diárias organizadas sobre a COVID-19. Esperamos que esta iniciativa seja útil para o entendimento deste momento tão delicado. ÚLTIMA ATUALIZAÇÃO: 01/07/2020

A pesquisa mensal do comércio, divulgada pelo IBGE, registrou queda de 2,5% na passagem de fevereiro para março. Devido aos efeitos das medidas de enfrentamento ao coronavírus, foi o pior resultado desde janeiro de 2016, quando o varejo recuou 2,6%. O varejo ampliado, que inclui também materiais de construção e veículos, caiu 13,7% A paralisação provocou grandes quedas nos ramos de tecidos, vestuário e calçados (-42,2%); veículos e motos, partes e peças (-36,4%); livros, jornais e papelaria (-36,1%); móveis e eletrodomésticos (-25,9%); e outros artigos de uso pessoal e doméstico (-27,4%). Porém, a pandemia beneficiou as vendas nos ramos essenciais, como hiper e supermercados (16,3%) e artigos farmacêuticos e perfumaria (1,3%). Na comparação interanual, o varejo caiu 1

A PMS (Pesquisa Mensal de Serviços) divulgada hoje, pelo IBGE, registrou queda de 6,9% no volume de serviços na passagem de fevereiro para março, o pior resultado da série histórica, que reflete as medidas de isolamento social iniciadas na segunda quinzena do mês. Todos os segmentos tiveram queda em março, porém, os ramos que mais foram prejudicados pelas medidas de combate à pandemia foram os de alojamento e alimentação (-33,7%), companhias aéreas (-27,5%) e transporte terrestre (-10,6%). Regionalmente, os estados do Sudeste, Sul e Centro-oeste foram os mais afetados por terem sido os primeiros estados a registrar casos de covid-19, e a adotar medidas de isolamento social. Na comparação interanual, o setor de serviços recuou 2,7%, acumulando queda de 0,1% no ano.  

Excepcionalmente no dia de hoje (11/05/2020) não haverá call diário.

O relatório de empregos no setor privado, divulgado pela ADP Research Institute, registrou destruição de 20,2 milhões de postos de trabalho nos EUA em abril. O resultado é consequência direta das medidas de isolamento social adotadas para combater a pandemia do coronavírus. Os setores de comércio e serviços foram os mais prejudicados já que lojas, bares, e restaurantes ficaram fechados e serviços de transporte e aqueles que requerem contato físico foram restringidos ou interrompidos durante o período de distanciamento social. Este foi o pior resultado da série histórica, o recorde anterior era de perda de 834,7 mil em fevereiro de 2009, auge da crise financeira.

A PIM-PF (Pesquisa Industrial Mensal) divulgada pelo IBGE, registrou queda de 9,1% na produção industrial na passagem de fevereiro para março, sendo o pior resultado desde maio de 2018, quando houve a greve dos caminhoneiros. O resultado de março é consequência direta das medidas de isolamento social, que iniciaram no mês. Porém, diferentemente de maio de 2018, não esperamos uma recuperação rápida no mês seguinte, em abril, a produção industrial deverá apresentar uma retração ainda maior, isso porque as medidas de isolamento em combate ao covid-19 se itensificaram em abril. Praticamente todos os seguimentos apresentaram queda no mês de março. Cresceram apenas os setores de impressão e reprodução de gravações (8,4%), de perfumaria, sabões, produtos de limpeza e de

A PMS (Pesquisa Mensal de Serviços) divulgada pelo IBGE, registrou queda de 1,0% no volume de serviços na passagem de janeiro para fevereiro, após ter crescido 0,4% em janeiro. Destaque o recuo dos setores de serviços profissionais, administrativos e complementares (-0,9%) e de informação e comunicação (-0,5%). O resultado, no entanto, ainda não apresenta os impactos causados pela crise causada pelo coronavírus. A partir de março observaremos quedas acentuadas no setor de serviços, principalmente entre atividades que dependem da presença física para serem prestados, como estética, turismo, restaurante e hotelaria. Na comparação interanual, o setor de serviços registrou crescimento de 0,7%. Assim como a PMC, divulgada ontem, o resultado vem em linha com a gradual recupera

A pesquisa mensal do comércio, divulgada pelo IBGE, registrou crescimento de 1,2% do volume de vendas na passagem de janeiro para fevereiro, interrompendo dois meses consecutivos de queda. O resultado foi puxado pela alta de 1,5% do seguimento hipermercados, supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo, que haviam caído em janeiro e fevereiro devido ao choque nos preços de proteínas. O resultado, no entanto, ainda não representa o fluxo maior nos supermercados causado pela crise do coronavírus Na comparação interanual, o varejo cresceu 4,7%, o resultado deste mês está mais ligado à recuperação da atividade econômica que ocorria antes do surto – ajudada pela queda da taxa de juros e expansão de crédito que ocorreram a partir de julho de 2019. O resultado de març

    

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