Produção industrial avançou 0,1% em março
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Com os dados que sairam nesta sexta-feira (05/08), o Payroll, os Estados Unidos criaram 528 mil empregos, no mês de julho, fora do setor agrícola, este número foi acima do esperado, que era de 250 mil novos empregos apenas, portanto, o resultado foi mais do que o dobro do esperado. E a taxa de desemprego caiu para 3,5%, com uma queda no número de desempregados para 5,7 milhões. Já a taxa de desemprego de longo prazo, aqueles que procuram emprego a mais de dois anos, caiu para 1,1.
Em junho de 2022, a Produção Industrial Brasileira, divulgada ontem pelo IBGE, teve variação de -0,4% em comparação ao mês de maio, na série com ajuste sazonal. Já em comparação ao mesmo mês do ano anterior (junho de 2021), a indústria teve resultado de -0,5%. Com o resutado a indústria tem acumulado no ano uma queda de 2,2%, e em 12 meses, um acumulado de -2,8%.
Em maio de 2022, o volume de vendas do comércio varejista variou 0,1%, frente a abril, na série com ajuste sazonal. O resultado veio menor do que a mediana das expectativas do mercado (0,9%). No comércio varejista ampliado, que inclui veículos, motos, partes e peças e material de construção, o volume de vendas variou 0,2%. O resultado do ampliado ficou colado com o piso das expectativas, de 0,1% (teto de 3,8% e mediana de 1,7%)
O IBC-br teve queda de 0,11%% em maio na comparação com abril, na série com ajuste. A projeção de consenso era de avanço de 0,05% nesta base de comparação.
Em maio de 2022, o volume de serviços no Brasil se expandiu 0,9% frente a abril, na série com ajuste sazonal, acumulando, assim, um ganho de 3,3% nos quatro últimos meses. Dessa forma, o setor se encontra 8,4% acima do nível de fevereiro de 2020 (pré-pandemia) e 2,8% abaixo de novembro de 2014 (ponto mais alto da série histórica). O resultado superou a mediana de 0,2% das expectativas do mercado, ficando perto do teto, 1%.
Na passagem de maio para junho, o volume de serviços prestados cresceu 1,7%, alcançando nível 2,4% acima do registrado antes da pandemia (em fevereiro/20). Em junho, as cinco atividades investigadas tiveram alta, com destaque para os serviços de informação e comunicação que alcançou o ponto mais alto da série; transportes, e serviços prestados às famílias que agora operam com menores limitações. No ano, o setor acumula crescimento de 9,5%, sendo que os melhores desempenhos vêm dos setores mais dinâmicos que conseguiram se reposicionar durante os períodos mais críticos da pandemia.
Nesta terça-feira, a divulgação do IPCA mostrou aceleração de 0,96% em julho, bem próximo do que esperávamos (1,0%). Dos nove grupos de produtos e serviços pesquisados, oito tiveram alta no mês. A maior variação e impacto vieram do grupo habitação com a alta da energia elétrica que incorporou o reajuste adicional na bandeira tarifária vermelha em todo o país. Antes o acréscimo nessa bandeira era de, aproximadamente, R$ 6,24 a cada 100kWh consumidos e, a partir de julho, esse acréscimo passou a ser de cerca de R$ 9,49. A segunda maior contribuição do mês veio do grupo transportes puxado pelas passagens aéreas cujos preços subiram 35,22% depois da queda 5,57% em junho. Neste mesmo grupo, os preços dos combustíveis que continuam em aceleração contribuíram com o t
O IGP-DI, Índice Geral de Preços – Disponibilidade Interna, divulgado hoje mostrou aceleração de 1,45% na inflação do produtor de julho, bem acima dos 0,11% da leitura anterior. O compontente do atacado, IPA, passou da deflação de 0,26% em julho para 1,65% em julho, pressionado principalmente pelos preços das matérias-primas já que diante das condições climáticas adversas de geada e seca, as safras foram afetadas e, assim, os preços do milho avançaram 4,62% e da soja 2,84%. Com o aumento dos preços dessas commodities que são utilizadas como insumos para ração, os preços das aves e do leite também subiram, 5,41% e 6,52%, respetivamente. O componente do consumidor também acelerou, de 0,64% para 0,92%. Aqui, o destaque ficou com o comportamento da tarifa de e
Tabela resumo dos PMIs preliminares de junho:
O último resultado da indústria apontou diminuição de 1,3% do volume de produção entre março e abril, e forte aumento (34,7%) em relação ao mesmo mês do ano passado, principalmente devido ao efeito estatístico da base de comparação baixa já que abril/20 foi um mês que compreendeu paralisações em diversas plantas industriais por conta da pandemia. Na comparação entre abril e março/21, as influências negativas mais importantes vieram de coque, produtos derivados do petróleo e biocombustíveis (-9,5%), e da menor produção de produtos alimentícios (-3,4%). Já os principais resultados positivos vieram das indústrias extrativas (1,6%), máquinas e equipamentos (2,6%), e veículos (1,4%).