O IBGE divulgou hoje a Pesquisa Mensal de Serviços (PMS), que registrou retração de 0,4% no volume de serviços em dezembro frente a novembro, na série com ajuste sazonal, interrompendo uma sequência de nove resultados positivos e uma estabilidade registrada em novembro. Na comparação com dezembro de 2024, o setor cresceu 3,4%, marcando a 21ª taxa interanual positiva. Os dados vieram abaixo do esperado pelo mercado (0,1% na base mensal e 3,5% na comparação anual). Três das cinco atividades pesquisadas apresentaram taxas negativas no mês, com destaque para o setor de transportes (-3,1%), que registrou retração em todos os modais observados pelo IBGE: terrestre (-1,7%), aquaviário (-1,4%), aéreo (-5,5%) e serviços auxiliares dos transportes e correios (-4,9%). As demais ret

O IBGE divulgou hoje o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), que registrou alta de 0,33% em janeiro. O resultado ficou levemente acima das expectativas do mercado (0,32%), e repete a mesma variação registrada em dezembro. Entre os 9 grupos de produtos e serviços pesquisados, a maior variação veio de Comunicação (0,82% e 0,04 p.p. de impacto). Na sequência, vieram Saúde e Cuidados Pessoais (0,70% e 0,10 p.p.), Transportes (0,60% e 0,12 p.p.), responsável pelo maior impacto no índice, Despesas Pessoais (0,41% e 0,04 p.p.), Alimentação e Bebidas (0,23% e 0,05 p.p.) e Artigos de Residência (0,20% e 0,01 p.p.) Educação (0,02% e 0,0 p.p.) teve variação próxima da estabilidade e não exercereu pressão no resultado do índice. As quedas ficaram em

O FGV-Ibre divulgou o Índice Geral de Preços – Disponibilidade Interna (IGP-DI), que registrou alta de 0,20% em janeiro, após elevação de 0,10% em dezembro. Em janeiro de 2025, o índice havia registrado alta de 0,11% e acumulava avanço de 7,27% em 12 meses. Analisando os componentes do IGP-DI, o Índice de Preços ao Produtor Amplo (IPA) se manteve estável (0,00% de variação) após alta de 0,03% em dezembro. O Índice de Preços ao Consumidor (IPC) subiu 0,59%, após alta de 0,28% no mês anterior. Já o Índice Nacional de Custo da Construção (INCC) avançou 0,72%, ante 0,21% em dezembro. O núcleo do IPC variou 0,52%, acima dos 0,33% registrados no mês anterior, enquanto o Índice de Difusão, que mede a proporção de itens com variação positiva, ficou em 51,29%, 10 po

O IBGE divulgou hoje a Pesquisa Industrial Mensal (PIM), que apontou queda de 1,2% na produção industrial em dezembro frente a novembro, na série com ajuste sazonal, queda mais intensa desde julho de 2024 (-1,5%). Na comparação com dezembro de 2024, contudo, a indústria avançou 0,4%, interrompendo dois meses consecutivos de taxas negativas: novembro (-1,4%) e outubro de 2025 (-0,5%). Na abertura por grandes categorias, todos os quatro segmentos recuaram no mês: bens de capital (-8,3%), bens de consumo duráveis (-4,4%), bens intermediários (-1,1%) e bens de consumo semi e não duráveis (-0,7%). Entre as atividades, as influências negativas mais importantes foram assinaladas por veículos automotores, reboques e carrocerias (-8,7%), produtos químicos (-6,2%) e metalurgia (-5,4%

O Federal Reserve (Banco Central dos Estados Unidos) anunciou hoje a manutenção da taxa básica de juro na faixa-alvo de 3,50% a 3,75%, interrompendo a sequência de três cortes consecutivos promovidos pela autoridade monetária. Dos 12 membros do FOMC, 10 votaram a favor da manutenção, enquanto Stephen I. Miran e Christopher J. Waller votaram por uma redução de 25 pontos-base.

Prezados clientes, Informamos que a MB Associados estará em período de recesso entre 20/12/2025 e 04/01/2026. Voltaremos às atividades no dia 05/01/2026. Desejamos a todos boas festas!

O Departamento do Trabalho dos Estados Unidos divulgou hoje o Índice de Preços ao Consumidor (CPI), que registrou alta de 0,2% nos dois meses encerrados em novembro, 0,1 ponto percentual abaixo da variação de 0,3% observado em setembro. O resultado veio abaixo da expectativa do mercado, que era de 0,3%. Com o resultado, o CPI acumula alta de 2,7% nos últimos 12 meses, desacelerando frente aos 3,0% registrados em setembro. Enquanto o núcleo do índice acumula 2,6% em 12 meses, após variação de 3,0% na leitura anterior.

Hoje foi divulgado pelo Banco Central do Brasil o Índice de Atividade Econômica do Banco Central (IBC-Br), também conhecido como prévia do PIB, que apresentou queda de 0,25% em outubro frente a setembro, na série com ajuste sazonal. O resultado ficou abaixo do esperado pelo mercado, que projetava alta de 0,1%, e foi o segundo mês seguido de queda do indicador, após recuo de 0,19% (revisado, de -0,20%) em setembro. A última alta mensal do índice foi em agosto (0,40%). O setor que mais contribuiu negativamente para o resultado foi a indústria, com recuo de 0,74%, após queda de 0,69% (revisado, de -0,66%) em setembro. Em seguida, o índice de impostos registrou queda de 0,39% e o de serviços caiu 0,23%. Já o setor agropecuário avançou 3,07%, após alta de 1,9% (revisado, de 1,

O IBGE divulgou hoje a Pesquisa Mensal de Serviços (PMS), que registrou crescimento de 0,3% no volume de serviços em outubro, frente a setembro, na série com ajuste sazonal. Esse foi o nono resultado positivo consecutivo. Na comparação com outubro de 2024, o setor cresceu 2,2%, marcando a 19ª taxa interanual positiva. Todas as cinco atividades pesquisadas avançaram no mês, com destaque para os transportes (1,0%). Os demais avanços vieram de outros serviços (0,5%), informação e comunicação (0,3%), serviços profissionais, administrativos e complementares (0,1%), e serviços prestados às famílias (0,1%) Com o resultado, o volume de serviços está 20,1% acima do nível pré-pandemia (fevereiro de 2020) e renovou o patamar recorde da série histórica. Tanto no acumula

Hoje foi divulgada pelo IBGE a Pesquisa Mensal de Comércio (PMC), que registrou avanço de 0,5% no volume do comércio varejista restrito em outubro frente a setembro, na série com ajuste sazonal. Já o comércio varejista ampliado, que inclui, além do varejo restrito, as atividades de Veículos, motos, partes e peças, Material de construção e Atacado de produtos alimentícios, bebidas e fumo, avançou 1,1% na mesma comparação. Na comparação com outubro de 2024, o comércio varejista restrito cresceu 1,1%, enquanto o varejo ampliado recuou 0,3%. Observando regionalmente, 19 das 27 Unidades da Federação apresentaram taxas positivas no varejo restrito na passagem de setembro para outubro, sendo as principais Espírito Santo (2,7%), Rondônia (2,6%) e Distrito Federal (2,5%). Pe

    

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