O FGV-Ibre divulgou o Índice Geral de Preços – Disponibilidade Interna (IGP-DI), que registrou alta de 0,87% em maio, após avanço de 2,41% em abril. Em maio de 2025, o índice havia registrado recuo de 0,85% e acumulava avanço de 6,27% em 12 meses. Analisando os componentes do IGP-DI, o Índice de Preços ao Produtor Amplo (IPA) subiu 0,95%, após alta de 3,09% em abril, e o Índice de Preços ao Consumidor (IPC) apresentou alta de 0,60%, desacelerando em relação ao mês anterior, quando subiu 0,88%. Já o Índice Nacional de Custo da Construção (INCC) avançou 0,88%, ante 1,00% em abril. O núcleo do IPC variou 0,42%, repetindo a variação registrada no mês anterior, enquanto o Índice de Difusão, que mede a proporção de itens com variação positiva, ficou em 64,84%, 0,6

O IBGE divulgou hoje a Pesquisa Industrial Mensal (PIM), que apontou crescimento de 0,7% na produção industrial em abril frente a março, na série com ajuste sazonal, quarto resultado positivo consecutivo. Na comparação com abril de 2025, a produção subiu 2,7%. Na abertura por grandes categorias, na comparação mensal, bens intermediários (1,5%) representou a maior expansão, seguido por bens de capital (0,1%). Já os segmentos de bens de consumo semi e não duráveis (-0,2%) e bens de consumo duráveis (-3,2%) assinalaram retrações. Entre as atividades, as influências positivas mais importantes foram assinaladas por indústrias extrativas (3,1%) e coque, produtos derivados do petróleo e biocombustíveis (3,1%), ambas crescendo pelo quinto mês consecutivo. Outras contribuiÃ

De acordo com o IBGE, o PIB registrou crescimento de 1,1% no primeiro trimestre de 2026 em relação ao quarto trimestre de 2025, na série com ajuste sazonal. Pela ótica da oferta, o resultado refletiu as altas da Agropecuária (2,0%), Indústria (1,0%) e Serviços (0,5%). Entre as atividades industriais, os destaques positivos foram a Indústria Extrativa Mineral (3,6%), puxada pela Extração de Petróleo e Gás Natural, e a Construção (2,9%), enquanto a Transformação ficou estável (0,1%) e a atividade Eletricidade e gás, água, esgoto, atividades de gestão de resíduos registrou queda (-0,3%). Nos Serviços, houve crescimento em Informação e comunicação (2,4%), Atividades Imobiliárias (1,2%), Outras atividades de serviços (0,8%), Comércio (0,6%) e Administração, defes

Hoje foi divulgado pelo Banco Central do Brasil o Índice de Atividade Econômica do Banco Central (IBC-Br), considerado uma prévia do PIB, que apresentou retração de 0,7% em março frente a fevereiro, na série com ajuste sazonal. O resultado ficou abaixo do esperado pelo mercado, que projetava queda de 0,2%. O setor que mais contribuiu negativamente para o resultado foi o de serviços, com baixa de 0,8%, após crescer 0,6% em fevereiro. Em seguida, indústria, agropecuária e o índice de impostos recuaram 0,2% cada, após altas de 0,7%, 1,4% e 0,8% em fevereiro, respectivamente. O IBC-Br ex-agropecuária recuou 0,9% no mês. Na comparação com março de 2025, o IBC-Br cresceu 3,1%. Com o resultado, o índice apresenta alta de 1,4% no ano e crescimento de 1,8% nos últimos 12

O IBGE divulgou hoje o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), que registrou alta de 0,67% em abril, retração de 0,21 ponto percentual em relação a março (0,88%). O resultado foi influenciado principalmente pela alta nos alimentos e remédios. Entre os 9 grupos de produtos e serviços pesquisados, todos registraram alta em abril. Alimentação e bebidas liderou com alta de 1,34% e impacto de 0,29 ponto percentual, seguido por Saúde e cuidados pessoais, que avançou 1,16% e contribuiu com 0,16 ponto percentual, puxado por produtos farmacêuticos (1,77%), após autorização de reajuste de até 3,81% nos preços dos medicamentos a partir de 1º de abril. Nos demais grupos, as variações ficaram entre 0,06% em Educação e Transportes e 0,65% em Artigos de residência.

O Departamento do Trabalho dos Estados Unidos divulgou hoje o Índice de Preços ao Consumidor (CPI), que registrou alta de 0,6% em abril, 0,3 ponto percentual abaixo da variação de 0,9% observada em março. O resultado veio de acordo com a expectativa do mercado. No acumulado de 12 meses, o CPI acumula alta de 3,8%, enquanto o núcleo do índice avança 2,8%.

O IBGE divulgou hoje a Pesquisa Industrial Mensal (PIM), que apontou crescimento de 0,1% na produção industrial em março frente a fevereiro, na série com ajuste sazonal, terceiro resultado positivo consecutivo. Na comparação com março de 2025, a produção subiu 4,3%. Na abertura por grandes categorias, as quatro avançaram no mês. Entre as atividades, as influências positivas mais importantes foram assinaladas por coque, produtos derivados do petróleo e biocombustíveis (2,2%) e produtos químicos (4,0%), com o primeiro marcando o quarto mês consecutivo de crescimento e acumulando expansão de 11,5% neste período, e o segundo eliminando o recuo de 1,5% verificado em fevereiro. Por outro lado, entre as 16 atividades que recuaram na produção, bebidas (-2,9%) e máquinas, apa

Hoje foi divulgado pelo Banco Central do Brasil o Índice de Atividade Econômica do Banco Central (IBC-Br), considerado uma prévia do PIB, que apresentou alta de 0,6% em fevereiro frente a janeiro, na série com ajuste sazonal. O resultado ficou acima do esperado pelo mercado, que projetava alta de 0,47%, e marca o quinto mês seguido de alta do indicador, após crescimento de 0,86% em janeiro.  O setor que mais contribuiu positivamente para o resultado foi a indústria, com alta de 1,2%, após crescer 0,4% em janeiro. Em seguida, o índice de impostos avançou 0,8%, repetindo o desempenho do mês anterior. O setor de serviços registrou alta de 0,3%, desacelerando em relação aos 0,9% de janeiro, enquanto a agropecuária apresentou crescimento de 0,2%, após recuo de 1,3% no mês an

Hoje foi divulgada pelo IBGE a Pesquisa Mensal de Comércio (PMC), que em fevereiro registrou alta de 0,6% no volume de vendas do comércio varejista restrito frente a janeiro, na série com ajuste sazonal. Já o comércio varejista ampliado, que inclui, além do varejo restrito, as atividades de Veículos, motos, partes e peças, Material de construção e Atacado de produtos alimentícios, bebidas e fumo, avançou 1,0% na mesma comparação. Na comparação com fevereiro de 2025, na série sem ajuste sazonal, o varejo restrito cresceu 0,2%, enquanto o ampliado avançou 1,5%. Quatro das oito atividades pesquisadas apresentaram alta em fevereiro, na série com ajuste sazonal: Livros, jornais, revistas e papelaria (2,4%), Combustíveis e lubrificantes (1,7%), Hiper, supermercados, produto

O IBGE divulgou hoje a Pesquisa Mensal de Serviços (PMS), que registrou crescimento de 0,1% no volume de serviços em fevereiro, frente a janeiro, na série com ajuste sazonal. Na comparação com fevereiro de 2025, o setor cresceu 0,5%, marcando a 23ª taxa interanual positiva. Entre as cinco atividades pesquisadas, duas avançaram no mês, com destaque para  informação e comunicação (1,6%), e serviços prestados às famílias (0,5%). Transportes (-0,7%), outros serviços (-0,4%) e os profissionais, administrativos e complementares (-0,2%) mostraram os recuos. Com o resultado, o volume de serviços está 20,0% acima do nível pré-pandemia (fevereiro de 2020) e iguala o patamar recorde da série histórica. No acumulado dos últimos 12 meses, o setor registra alta d

    

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