IGP-DI foi de 1,14% em março
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O cenário eleitoral está indefinido
07 de Abril de 2026
Quadro eleitoral indefinido
07 de Abril de 2026
Informe Diário
07 de Abril de 2026
Comentário Macroeconômico
06 de Abril de 2026
O IBGE divulgou hoje o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), que registrou alta de 0,18% em novembro. O resultado ficou abaixo das expectativas do mercado (0,20%), e representa uma aceleração de 0,09 ponto percentual em relação à alta de 0,09% observada em outubro. Esse resultado é o menor para o mês de novembro desde 2018, quando foi registrado -0,21%. Entre os 9 grupos de produtos e serviços pesquisados, a maior variação veio de Despesas pessoais (0,77% e 0,08 p.p. de impacto). Na sequência, vieram Habitação (0,52% e 0,08 p.p.), com destaque para alta de 1,27% nos preços de energia elétrica residencial, Vestuário (0,49% e 0,02 p.p.) e Transportes (0,22% e 0,04 p.p.). Os grupos Alimentação e bebidas (-0,01% e 0,0 p.p.), Educação (0,01% e 0,0 p.p.) e
O Federal Reserve (Banco Central dos Estados Unidos) anunciou hoje, 10 de dezembro de 2025, um corte de 25 pontos-base na taxa básica de juros, reduzindo a faixa-alvo para 3,50% a 3,75%, o menor nível desde novembro de 2022. Este é o terceiro corte consecutivo promovido pela autoridade monetária. Dos 12 membros do FOMC, 9 votaram a favor da redução de 0,25 p.p. Stephen Miran votou a favor de um corte maior, de 0,50 p.p., e 2 votaram para manter a taxa inalterada.
O FGV-Ibre divulgou o Índice Geral de Preços – Disponibilidade Interna (IGP-DI), que registrou alta de 0,01% em novembro, após queda de 0,03% em outubro. Em outubro de 2024, o índice havia registrado alta de 1,18% e acumulava avanço de 6,62% em 12 meses. Analisando os componentes do IGP-DI, o Índice de Preços ao Produtor Amplo (IPA) caiu 0,11% em novembro, após queda de 0,13% em outubro. O Índice de Preços ao Consumidor (IPC) subiu 0,28%, após alta de 0,14% no mês anterior. Já o Índice Nacional de Custo da Construção (INCC) avançou 0,27%, ante 0,30% em outubro. O núcleo do IPC variou 0,31%, repetindo a taxa do mês anterior, enquanto o Índice de Difusão, que mede a proporção de itens com variação positiva, ficou em 52,26%, 4,51 pontos percentuais abaixo do result
De acordo com o IBGE, o PIB registrou crescimento de 0,1% no terceiro trimestre de 2025 em relação ao trimestre anterior. Pela ótica da oferta, o resultado refletiu as altas de Serviços (0,1%), Indústria (0,8) e Agropecuária (0,4%). Pelo lado da demanda, houve avanços no Consumo das Famílias (0,1%), no Consumo do Governo (1,3%) e nos Investimentos (0,9%). Na comparação com o mesmo trimestre de 2024, a economia brasileira cresceu 1,8%, puxada sobretudo pela Agropecuária (10,1%). Com o resultado, no acumulado de quatro trimestres, o PIB cresceu 2,7%, enquanto, no acumulado do ano até o terceiro trimestre o PIB avançou 2,4%.
O IBGE divulgou hoje a Pesquisa Industrial Mensal (PIM), que apontou crescimento de 0,1% na produção industrial em outubro frente a setembro, na série com ajuste sazonal, após recuo de 0,4% no mês anterior. Na comparação com outubro de 2024, contudo, a indústria recuou 0,5%. Na abertura por grandes categorias, três dos quatro segmentos avançaram no mês: bens de capital (1,0%), bens de consumo semi e não duráveis (1,0%) e bens de consumo duráveis (2,7%). Por outro lado, bens intermediários recuaram 0,8%. Entre as atividades, a principal influência positiva foi assinalada por indústrias extrativas (3,6%). Destaca-se também as contribuições positivas de equipamentos de informática, produtos eletrônicos e ópticos (4,1%), confecção de artigos do vestuário e acessório
Hoje foi divulgada pelo IBGE a PNAD Contínua, que registrou taxa de desocupação de 5,4% no trimestre encerrado em outubro. O resultado representa um recuo de 0,2 p.p. frente ao trimestre móvel anterior e queda de 0,7 p.p. na comparação com o mesmo período de 2024. O nível de ocupação permaneceu no percentual recorde de 58,8%, mantendo-se estável tanto em relação ao trimestre anterior quanto frente ao mesmo trimestre do ano passado. Já a taxa composta de subutilização alcançou 13,9%, permanecendo no menor nível da série histórica, também com estabilidade em ambas as bases de comparação. A população ocupada chegou a 102,6 milhões de pessoas, permanecendo estável no trimestre e registrando acréscimo de 926 mil pessoas no acumulado de um ano.
A Fundação Getúlio Vargas (FGV) divulgou hoje o Índice Geral de Preços - Mercado (IGP-M), que registrou alta de 0,27% em novembro, após recuo de 0,36% em outubro. Na abertura dos componentes, o Índice de Preços ao Produtor Amplo (IPA) subiu 0,27%, após variação de -0,59% no mês anterior. Entre os estágios de processamento, o grupo de Bens Finais subiu 0,12%, após alta de 0,39% em outubro. A taxa do grupo Bens Intermediários foi 0,46% em outubro, após registrar queda de 0,35% no mês anterior. Enquanto a taxa de Matérias-Primas Brutas acelerou de -1,41% para 0,25%. O Índice de Preços ao Consumidor (IPC) registrou alta de 0,25% em outubro, acelerando em relação ao mês anterior, quando o índice subiu 0,16%. Entre as oito classes de despesa que compõem o índice, apen
O IBGE divulgou hoje o Índice de Preços ao Consumidor Amplo 15 (IPCA-15), que foi de 0,20% em novembro, após alta de 0,18% observada em outubro. O resultado veio levemente acima da expectativa do mercado, que era de 0,18%. Dos nove grupos de produtos e serviços pesquisados, sete tiveram alta em novembro. A maior variação e o maior impacto positivo vieram de Despesas Pessoais (0,85% e 0,09 p.p., respectivamente), seguido de Saúde e Cuidados Pessoais (0,29% e 0,04 p.p.), Transportes (0,22% e 0,4 p.p.), Vestuário (0,19% e 0,01 p.p.), Alimentação e Bebidas (0,09% e 0,02 p.p.), Habitação (0,09% e 0,01 p.p.) e Educação (0,05% e 0,00 p.p.). Em contrapartida, houve quedas em Artigos de residência (-0,20% e -0,01 p.p.) e Comunicação (-0,19% e -0,01 p.p.). Com o resultado, o
Hoje foi divulgado pelo Banco Central do Brasil o Índice de Atividade Econômica do Banco Central (IBC-Br), também conhecido como prévia do PIB, que apresentou queda de 0,24% em setembro frente a agosto, na série com ajuste sazonal. O resultado ficou abaixo do esperado pelo mercado, que projetava queda de 0,1%, e compensou parcialmente a alta de 0,39% registrada no mês anterior. O setor que mais contribuiu negativamente para o resultado foi a indústria, com recuo de 0,66%, após alta de 0,79% (revisado, de 0,84%) em agosto. Em seguida, o índice de impostos registrou queda de 0,65% e o de serviços caiu 0,09%. Já o setor agropecuário avançou 1,51%, após baixa de 3,26% (revisado, de -1,85%) em agosto. Na comparação com setembro de 2024, o IBC-Br cresceu 1,98%. Com o resultado,
Hoje foi divulgada pelo IBGE a PNAD Contínua Trimestral, que registrou taxa de desocupação de 5,6% no terceiro trimestre de 2025, a menor desde o início da série, em 2012. Frente ao trimestre anterior, houve queda de 0,2 p.p., enquanto na comparação com igual trimestre de 2024 (6,4%), o recuo foi de 0,8 p.p. A taxa composta de subutilização atingiu 13,9%, mantendo trajetória de melhora no mercado de trabalho. Todas as faixas de tempo de procura por trabalho recuaram na comparação anual, com destaque para o grupo de pessoas que buscavam emprego há dois anos ou mais, que caiu 17,8%. O rendimento médio real habitual foi de R$ 3.507, estável em relação ao trimestre anterior (R$ 3.497) e alta ante o terceiro trimestre de 2024 (R$ 3.373). A informalidade alcançou 37,8%, vari