Novos elementos no cenário político eleitoral
02 de Junho de 2026
Informe Diário
02 de Junho de 2026
Comentário Macroeconômico
01 de Junho de 2026
Comentário Macroeconômico
01 de Junho de 2026
Cenário Macroeconômico - Maio
01 de Junho de 2026
O IBGE divulgou hoje o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), que registrou alta de 0,48% em setembro, ficando 0,59 ponto percentual acima da deflação de 0,11% de agosto. A maior variação e o maior impacto positivo vieram de Habitação (2,97% e 0,45 p.p., respectivamente), influenciados pela alta de 10,31% na energia elétrica residencial, que contribuiu com 0,41 p.p. para o índice do mês. Também registraram altas Despesas pessoais (0,51% e 0,05 p.p.), Vestuário (0,63% e 0,03 p.p.), Saúde e cuidados pessoais (0,17% e 0,02 p.p.) e Educação (0,07% e 0,01 p.p.). Em contrapartida, houve quedas em Alimentação e bebidas (-0,26% e -0,06 p.p.), Artigos de residência (-0,40% e -0,01 p.p.) e Comunicação (-0,17% e -0,01 p.p.). O índice de difusão caiu de 57% em a
O FGV-Ibre divulgou o Índice Geral de Preços – Disponibilidade Interna (IGP-DI), que avançou 0,36% em setembro, após alta de 0,20% em agosto. Em setembro de 2024, o índice havia registrado alta de 1,03% e acumulava avanço de 4,83% em 12 meses. Analisando os componentes do IGP-DI, o Índice de Preços ao Produtor Amplo (IPA) subiu 0,30% em setembro, ligeiramente abaixo da taxa de 0,35% registrada em agosto. O Índice de Preços ao Consumidor (IPC) acelerou 0,65%, após queda de 0,44% no mês anterior. Já o Índice Nacional de Custo da Construção (INCC) avançou 0,17%, desacelerando em relação à alta de 0,52% observada em agosto. O núcleo do IPC variou 0,24%, enquanto o Índice de Difusão, que mede a proporção de itens com variação positiva, recuou para 54,19%, ante 59,3
O IBGE divulgou hoje a Pesquisa Industrial Mensal (PIM), que registrou crescimento de 0,8% na produção industrial em agosto frente a julho, na série com ajuste sazonal. O resultado vem após quatro meses consecutivos sem avanço. Na comparação com agosto de 2024, contudo, a indústria recuou 0,7%. Na abertura por grandes categorias, três dos quatro segmentos avançaram no mês: bens intermediários (1,0%), bens de consumo semi e não duráveis (0,9%) e bens de consumo duráveis (0,6%). Por outro lado, bens de capital recuaram 1,4%. Entre as atividades, destaque para produtos farmoquímicos e farmacêuticos (13,4%), coque, produtos derivados de petróleo e biocombustíveis (1,8%) e produtos alimentícios (1,3%), que exerceram as principais influências positivas. Em contrapartida, a
A Fundação Getúlio Vargas (FGV) divulgou hoje o Índice Geral de Preços – Mercado (IGP-M), que registrou alta de 0,42% em setembro, após avanço de 0,36% em agosto. Na abertura dos componentes, o Índice de Preços ao Produtor Amplo (IPA) subiu 0,49%, após variação de 0,43% no mês anterior. A desaceleração da queda entre os Bens Finais (de -0,55% para -0,02%) contribuiu para a aceleração do IPA, enquanto as Matérias-primas Brutas avançaram 1,47%, abaixo da taxa de 1,56% registrada em agosto. O Índice de Preços ao Consumidor (IPC) registrou taxa de 0,25% em setembro, após recuo de 0,07% em agosto. Quatro das oito classes de despesas que compões o índice apresentaram acréscimo: Habitação (-0,19% para 1,14%), Educação, Leitura e Recreação (-0,78% para 0,38%), Tr
O Bureau of Economic Analysis (BEA), órgão do Departamento do Comércio norte-americano, divulgou hoje que o PIB dos Estados Unidos cresceu 3,8% no segundo trimestre de 2025 em relação ao trimestre anterior. O valor representa uma revisão em relação à segunda estimativa, de 3,3%, e ao número inicialmente divulgado, de 3%, e uma recuperação em relação ao primeiro trimestre, quando a economia havia recuado 0,6%. O resultado foi sustentado especialmente pelo aumento do consumo das famílias, que avançou 2,5% no período. Por outro lado, o investimento privado registrou queda de 13,8%, com destaque para o investimento residencial, que recuou 5,1%. Os gastos do governo praticamente se mantiveram estáveis (-0,1%), enquanto as importações caíram 29,3% e as exportações recuara
O IBGE divulgou hoje o Índice de Preços do Consumidor Amplo 15 (IPCA-15), que foi de 0,48% em setembro, após deflação de -0,14% observada em agosto. A maior variação e o maior impacto positivo vieram de Habitação (3,31% e 0,50 p.p., respectivamente), resultado fortemente influenciado pela alta de 12,17% na energia elétrica residencial, que contribuiu com 0,47 p.p. para o índice do mês. Também registraram altas quatro dos nove os grupos pesquisados: Vestuário (0,97%), Saúde e cuidados pessoais (0,36%), Despesas pessoais (0,20%) e Educação (0,03%). Em contrapartida, houve quedas em Alimentação e bebidas (-0,35%), Transportes (-0,25%), Artigos de residência (-0,16%) e Comunicação (-0,08%). O índice de difusão caiu para 53,3% em setembro, ante 57,22% em agosto. Com o
O Federal Reserve (Banco Central dos Estados Unidos) anunciou hoje, 17/09/2025, um corte de 25 pontos base na taxa básica de juros, reduzindo a faixa alvo para 4,00% - 4,25%, o menor nível desde novembro de 2022.A decisão foi a primeira redução em nove meses e já era amplamente esperada pelo mercado, refletindo sobretudo preocupações com o enfraquecimento do mercado de trabalho. Apenas o novo diretor Stephen Miran divergiu dos demais ao votar a favor de uma redução de 0,5 p.p.O Dot Plot, gráfico divulgado trimestralmente pelo FED que reúne as projeções individuais dos membros do FOMC para a trajetória dos juros, indica expectativa mais duas quedas de 0,25 p.p. ainda em 2025, levando a taxa para a banda 3,50% – 3,75% até o fim do ano.
O Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central anunciou hoje, 17/09/2025, a manutenção da taxa Selic em 15,00% ao ano. A decisão, em linha com o que esperávamos, foi unânime entre os membros do colegiado. Segundo o comunicado, a opção por manter a taxa reflete instabilidades no ambiente externo e o fato de as expectativas de inflação para 2025 e 2026, medidas pela pesquisa Focus, permanecerem acima da meta, em 4,8% e 4,3%, respectivamente. O Copom destacou como riscos de alta para a inflação uma possível desancoragem das expectativas, maior resiliência da inflação de serviços devido a um hiato do produto mais positivo e efeitos inflacionários mais fortes de políticas econômicas internas e externas. Já entre os riscos de baixa, apontou a chance de uma desac
Hoje foi divulgada pelo IBGE a PNAD Contínua, que registrou taxa de desocupação de 5,6% no trimestre encerrado em julho. Frente ao trimestre móvel anterior, a taxa recuou 1,0 p.p., enquanto, na comparação com igual período de 2024, a queda foi de 1,2 p.p. O nível de ocupação manteve-se no percentual recorde de 58,8%, avançando 0,6 p.p. no trimestre e 0,9 p.p. no ano. Já a taxa composta de subutilização atingiu 14,1%, também a mais baixa da série, recuando 1,3 p.p. em relação ao trimestre anterior e 2,1 p.p. na comparação anual. A população ocupada chegou a 102,4 milhões de pessoas, novo recorde da série, crescendo 1,2% (mais 1,2 milhão) frente ao trimestre anterior e 2,4% (mais 2,4 milhões) na comparação anual.
Hoje foi divulgado pelo Banco Central do Brasil o Índice de Atividade Econômica do Banco Central (IBC-Br), também conhecido como prévia do PIB, que apresentou queda de 0,5% em julho frente a junho, na série com ajuste sazonal. O resultado representou uma retração mais profunda do que a esperada pelo mercado (-0,2%) e é a terceira consecutiva do indicador. O setor que mais apresentou recuo foi a indústria (-1,1%), seguida do setor agropecuário (-0,8%) e dos serviços (-0,2%). Na comparação com julho de 2024, o IBC-Br cresceu 1,1%. Com o resultado, o índice apresenta alta de 2,9% no ano e acumula crescimento de 3,5% nos últimos 12 meses.