A PMS (Pesquisa Mensal de Serviços) divulgada hoje, pelo IBGE, registrou queda de 0,1% no volume de serviços na passagem de outubro para novembro, sendo o pior resultado para o mês em 3 anos e interrompendo a sequência de dois meses seguido com variação positiva. O setor de transportes foi o destaque do mês, com queda em transporte terrestre (-1,6%) e transporte aéreo (-3,3%). O volume de serviços foi prejudicado pelo baixo desempenho da indústria em novembro, que caiu 1,2%. O menor ritmo da índustria reduziu o volume de transporte de cargas. No entanto, quando comparamos com o mês de novembro de 2018, houve crescimento de 1,8%. Com destaque para os serviços de informação e comunicação, com crescimento de 4,0% e serviços profissionais, administrativos e complementares (

Foi divulgado hoje, pelo IBGE, o IPCA do mês de dezembro. O índice registrou alta de 1,15% no mês, pouco acima da nossa expectativa (1,0%). Com este resultado, o IPCA fecha o ano de 2019 em 4,31%. O aumento do preço das carnes de 18,06% causou o maior impacto individual no índice (0,52 p.p.), que encerrou 2019 acima da meta de inflação, que era de 4,25%. Sem considerar o preço das carnes, o IPCA teria fechado o ano em 3,54% e 0,64% no mês de dezembro. O choque de oferta das carnes também levou ao aumento nos preços de produtos substitutos, como o frango inteiro (5,08%) e pescados (2,37%). Destaque de influência, também, para os transportes que contribuiu com 0,28 p.p., devido ao aumento do preço de combustíveis de 3,57%.               &n

A PIM-PF divulgada hoje pelo IBGE registrou queda 1,2% da produção industrial na passagem de outubro para novembro, após três meses seguidos de crescimento, sendo o pior resultado para o mês de novembro em 4 anos. Com este resultado, a produção industrial acumula crescimento negativo de 1,31% em 12 meses e de 1,11% no ano. Destaque para a influência negativa do setor de produtos alimentícios, que caiu 3,3%. A indústria extrativa caiu 1,7%, chegando a sua décima queda consecutiva em novembro e acumula retração de 8,24% em 12 meses. Já o setor de veículos automotores, reboques e carrocerias registrou queda de 4,4%, eliminando grande parte do crescimento de 3,6 do mês anterior - vale ressaltar que é comum que a produção de veículos cresça em setembro e caia no final do a

Foi divulgada ontem, a geração de empregos formais no Brasil: 99,2 mil postos de trabalho foram criados em novembro, melhor número para o mês desde 2010. Com este resultado, o resultado acumulado em 12 meses ficou em 532,5 mil. Destaque para a criação de vagas de trabalho intermitente, que foi de 11,4 mil, melhor número desde novembro de 2017, quando entraram em vigor as novas regras da reforma trabalhista, que permitiu aos empresários contratarem funcionários para exercerem uma carga horária menor do que 44 horas semanais. Desde novembro de 2017, foram gerados 125,6 mil postos de trabalho intermitente, equivalente a 15% da geração total de vagas formais. Os resultados reforçam a tendência de aceleração da atividade econômica neste final de ano, que deve resultar em um c

Na última quarta-feira, dia 11 de dezembro, o comitê de política monetária decidiu, de forma unânime, reduzir a taxa básica de juros SELIC em 0,5%, chegando ao patamar mínimo histórico em 4,5%. Ontem, dia 17 de dezembro, foi divulgada a ata da reunião do COPOM. O panorama macroeconômico observado pelo comitê é de recuperação gradual da atividade econômica, ainda com alto nível de capacidade ociosa na economia e  taxa de desemprego elevada. Além dos núcleos de inflação se encontrarem em patamares confortáveis. Para os próximos meses, os membros do COPOM esperam que haja certa aceleração da atividade econômica, devido à liberação dos recursos do FGTS e PIS-PASEP. Excluindo os efeitos temporários destas políticas, a economia deverá continuar em processo de

A Pesquisa Mensal de Comércio (PMC), divulgada nessa quinta-feira pelo IBGE, apontou crescimento de 0,1% no índice do volume de vendas do comércio varejista com ajuste sazonal na passagem de setembro para outubro, sendo o sexto mês de crescimento consecutivo. Na comparação mensal interanual, as vendas no varejo sem ajuste sazonal aumentaram 4,2%. Com este resultado, o acumulado nos últimos 12 meses foi de 1,8%, acima do resultado nos últimos doze meses imediatamente anteriores (1,6%). O comércio varejista ampliado, que inclui também as atividades de veículos, materiais de construção, cresceu 0,8% na passagem de setembro para outubro, oitavo mês consecutivo de expansão, e 5,6% no interanual. Os resultados sugerem continuidade na melhoria do varejo, devido à melhora, ainda

Foi divulgado nesta sexta-feira, pelo IBGE, o IPCA de novembro. O índice avançou 0,51% ante 0,10% no mês de outubro. Destaque para os grupos de Despesas pessoais (1,24%) e Alimentação e bebidas (0,72%), sendo este último o principal responsável pelo avanço do índice, com uma contribuição de 0,18 (p.p.). O aumento de preços das carnes de 8,09% foi a principal influência do grupo de Alimentação e bebidas e também foi o subgrupo que mais impactou o IPCA de novembro individualmente. Tal movimento está associado à grande demanda da China, país que sofre com a epidemia da peste africana. São Luís foi a região que sofreu a maior variação (1,05%), seguida por Belém (0,93%). Enquanto Aracaju e Recife ficaram com a menor variação, ambos com 0,14%. Em São Paulo, os preç

A Anfavea divulgou hoje os dados de produção de veículos referente ao mês novembro. A produção de veículos caiu 7,1% em relação ao mesmo mês do ano anterior. Quando a comparação é feita em relação a outubro, a queda foi de 21,2%. As exportações de veículos continuam caindo, neste mês a redução foi de 7,9%. Resultados que estão relacionados com a crise econômica argentina, principal destino das exportações automobilísticas brasileiras.Na geração de empregos, a indústria demonstrou resultados negativos: 1.305 vagas foram fechadas em novembro.  

O IGP-M registrou variação de 0,30% na passagem de outubro para novembro, ante o valor de 0,68% observado no mês anterior. Ainda assim, o resultado ficou acima da mediana das expectativas de mercado (0,13%). Como resultado, o índice acumula alta de 3,97% nos últimos dozes meses e 5,11% no ano.A maior contribuição para a desaceleração veio do Índice de Preços ao Produtor Amplo (IPA), que variou 0,36% em novembro ante 1,02% em outubro, com influência do grupo “Matérias-Primas Brutas” – puxado, principalmente, pelo minério de ferro – e do grupo “Bens Intermediários” – no qual pesou o preço mais baixo dos combustíveis e lubrificantes para a produção. Por outro lado, os outros componentes do índice apresentaram aceleração: o Índice de Preços ao Consumidor (

A PIM-PF divulgada hoje pelo IBGE registrou crescimento de 0,8% da produção industrial na passagem de setembro para outubro, sendo o terceiro mês seguido de crescimento. Destaque de influência para o setor de produtos alimentícios, que cresceu 3,4%. Outro setor que contribuiu fortemente para o aumento da produção foi o de produtos farmoquímicos e farmacêuticos, que cresceu 11,2% no mês. Comparada ao mesmo período de 2018, a produção apresentou crescimento de 1,0%, também com influência dos alimentícios. Apesar do avanço do mês, a indústria acumula um resultado negativo de 1,1% no ano, com forte queda da indústria extrativa (-9,5%), que está diretamente relacionada com a tragédia de Brumadinho. Outras contribuições negativas vieram de atividades, como: celulose, pap

    

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