Inflação no atacado foi mais difundida em abril
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Produção industrial avançou 0,1% em março
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O IPCA de fevereiro, divulgado nesta quarta-feira (09) pelo IBGE, variou 0,9%, número abaixo do registrado no mês anterior (1,27%) e no mesmo período de 2015 (1,22%). Com este resultado, a taxa no acumulado em 12 meses desacelerou pela primeira vez em mais de um ano, chegando a 10,36%. Alimentação e Bebidas e Educação foram os dois grupos que mais pressionaram a variação do índice no mês. Eles contribuíram, cada um, com 0,27 p.p. para a variação total do índice. No entanto, em termos de variação percentual no mês, o grupo Educação foi o que contabilizou a maior alta de preços, com 5,9%; fevereiro é, tradicionalmente, o mês que concentr
O relatório de mercado Focus revelou nova revisão das perspectivas para a variação do PIB neste ano. De -3,45%, a mediana das projeções passou para -3,5%, confirmando a falta de crença do mercado em uma reversão da trajetória de queda da produção. A MB Associados estima, inclusive, que a retração da renda será ainda mais intensa em 2016 comparativamente a 2015, podendo chegar a -4,9% no caso de permanência de Dilma na presidência da república. As projeções relacionadas à inflação oficial subiram, por sua vez, para 7,59%. Para 2017, o mercado estima uma inflação de 6,0%, já próxima ao topo da meta estabeleci
A produção industrial de janeiro, calculada pelo IBGE e divulgada nesta sexta-feira (04), recuou 13,8% na comparação interanual e 9,0% no acumulado dos últimos 12 meses, as maiores quedas em quase sete anos. Na série livre de influências sazonais, houve aumento de 0,4% na produção industrial entre dezembro e janeiro. Quando analisada sob a ótica das grandes categorias econômicas, a produção industrial mostrou uma forte queda da produção de bens de capital (-35,9%), a maior já registrada na série histórica, e de bens de consumo duráveis (-28,2%) na comparação interanual. A queda livre na produção de bens de capital é um d
A variação do PIB em 2015 foi divulgada nesta quinta-feira (03) pelo IBGE e mostrou uma retração de 3,8% da atividade produtiva no ano. A retração do PIB per capita foi ainda mais acentuada e alcançou 4,6%. Na comparação com o 4º trimestre de 2014, a queda do PIB atingiu 5,9%, fruto do péssimo desempenho, pelo lado da oferta, dos setores industrial e de serviços que, nesta base comparativa, retraíram 8,0% e 4,4% e, pelo lado da demanda, do consumo das famílias, dos investimentos e dos gastos do governo, com quedas de 6,8%, 18,5% e 2,9%. Caso a economia entrasse em um estágio de estagnação frente ao 4º trimestre de 2015 e assim se mantivesse até o fim deste ano, o
O relatório Focus de mercado, divulgado semanalmente pelo Banco Central, mostrou aprofundamento da queda das expectativas relacionadas ao crescimento da economia neste ano, de -3,40% para -3,45%, além de uma ligeira queda da mediana das projeções para a inflação no período de 7,62% para 7,57%. As expectativas para produção e inflação em 2017 mantiveram-se em 0,5% e 6,0%, respectivamente. Paralelamente, o mercado acredita que o dólar chegará a R$ 4,35 no fim deste ano e permanecerá elevado em 2017, alcançando R$/US$ 4,40. Como reflexo das expectativas de desvalorização do real ao longo do ano, as projeções do saldo da balança comercial para 2016 subiram
A taxa média de desemprego nacional, apurada pela Pesquisa Mensal de Emprego (PME) do IBGE, atingiu 7,6% em janeiro, um aumento de 2,3 pontos percentuais (p.p.) em relação ao mesmo período do ano anterior. Esta é a maior taxa de desemprego já registrada para meses de janeiro desde 2009, quando chegou a 8,2%. O rendimento médio real dos trabalhadores acompanhou a deterioração do mercado de trabalho e encolheu 7,4% na comparação com janeiro de 2015.
A prévia da inflação, o IPCA-15, chegou a 1,42% em fevereiro, valor 0,5 ponto percentual (p.p.) superior ao registrado no mês anterior e 0,09 p.p. acima daquele calculado no mesmo período de 2015. Esta é a maior variação para meses de fevereiro em 13 anos. As principais contribuições vieram dos grupos Alimentação e Bebidas, com variação de 1,92% no período de análise e impacto de 0,49 p.p. sobre a variação do índice; Transportes, com variação de 1,65% e impacto de 0,3 p.p.; e Educação, com variação de 5,91% e impacto de 0,27 p.p. No caso do grupo Alimentação e Bebidas, a pressão continua a se
O relatório de mercado Focus, divulgado semanalmente pelo Banco Central, apontou para mais uma rodada de deterioração das expectativas dos analistas com relação à inflação e à recessão em 2016. A mediana das projeções para o IPCA chegou a 7,62%, ao passo que a do crescimento da produção doméstica atingiu -3,4%, acompanhando a sucessão de revisões pessimistas para o desempenho da indústria. As perspectivas para o câmbio mantiveram-se em R$/US$ 4,20, junto das projeções mais otimistas para o comportamento do déficit em Transações Correntes, que pode chegar a US$ 31,15 bilhões, quase a metade do que foi em 2015.
Os dados de atividade econômica mensal divulgados pelo Banco Central nesta quinta-feira (18) mostraram nova retração do PIB, de 0,58% entre novembro e dezembro, na série livre de influências sazonais. No ano, a retração da produção no Brasil chegou a 4,1%, uma prévia do número oficial que será divulgado pelo IBGE em março. Tal variação marcará a recessão mais grave em 25 anos e reforça os sinais de que 2016 seguirá trilha semelhante. A MB considera que apenas o carregamento estatístico para este ano é de -2,6%, o que significa que mesmo que a economia mantenha o desempenho visto no 4º trimestre de 2015, a queda do nível médio de
O volume de serviços registrou queda de 5,0% em dezembro na comparação com o mesmo período de 2014. Em 2015, o setor acumulou retração de 3,6%, o pior resultado da curta série histórica da Pesquisa Mensal de Serviços (PMS). Todos os grupos de atividade variaram negativamente em relação ao ano anterior, sendo que as maiores quedas vieram das rubricas Outros Serviços (-10,0%), Serviços Profissionais, Administrativos e Complementares (-8,8%) e Serviços Prestados à Família (-7,0%). Em 2016, a esperança de uma queda mais pronunciada do nível de atividade da economia brasileira sob a atual gestão política garantirá mais uma rodada de deterioraç