Março termina com indefinições no quadro eleitoral
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A prévia da inflação oficial de janeiro, o IPCA-15, chegou a 0,89% em relação a dezembro de 2014. No acumulado em 12 meses, a variação do índice de preços foi de 6,7%, voltando, portanto, a um patamar acima do teto de tolerância estipulado pelo Conselho Monetário Nacional (CMN). A maior contribuição para inflação veio da categoria Alimentação, que representou 0,36 ponto percentual da variação. Em segundo e terceiro lugares estiveram os componentes Habitação, com contribuição de 0,18 p.p., e Despesas Pessoais, com 0,15 p.p.
Dados da Pesquisa Mensal de Serviços (PMS) de novembro mostraram crescimento de 6,4% da receita nominal do setor nos últimos 12 meses. No entanto, quando deflacionada pelo IPCA de serviços, que chegou a 8,3% no acumulado em 12 meses, o resultado é negativo, de -1,8%. Nesta base de comparação, todos os segmentos de serviços prestados registraram variação negativa, com exceção da categoria Serviços Prestados à Família, que contabilizou crescimento real de 0,9%. Devido à importância do setor para o desempenho da economia, o dado negativo reforça ainda mais as previsões de crescimento próximo a zero em 2014.
O Comitê de Política Monetária do Banco Central (Copom) termina hoje a série de duas reuniões para a definição da taxa básica de juros de curto prazo da economia. Acompanhando um ciclo de aperto monetário, iniciado em outubro de 2014, a expectativa de mercado, assim como a da MB Associados, é a de que haja novo aumento da Selic em 0,5 p.p., o que faria a taxa ir de 11,75% para 12,25% ao ano. Para a MB, o processo de contratação monetária deve perdurar até junho deste ano, ponto em que a Selic atingiria seu pico, de 13,5% a.a. O ciclo de aumento da taxa será importante neste ano, dado que existe em curso um processo de realinhamento de preços relativos, entre monitorado
Começa nesta quarta-feira (21) o Fórum Econômico Mundial em Davos, na Suíça. O encontro anual reúne renomados acadêmicos, policy makers, líderes de nações, ativistas políticos e importantes empresários de todo o mundo para que sejam discutidas questões relevantes acerca da dinâmica econômica global e seus desafios para o ano. Em 2015, o centro da discussão recai sobre a assimetria da recuperação econômica global, com Estados Unidos crescendo a taxas elevadas e a Europa, a taxas tímidas e com risco iminente de intensificação de um processo deflacionário, além dos impactos da queda do preço do petróleo sobre o crescim
O Fundo Monetário Internacional (FMI) divulgou nesta terça-feira (20) nova revisão de projeções de crescimento para a economia mundial nos próximos anos. Em 2015, o fundo acredita que a economia mundial crescerá 3,5%, uma queda de 0,3 p.p. em comparação à última pesquisa, publicada em outubro de 2014. As economias desenvolvidas avançarão 2,4% no ano, puxadas em grande medida pelos Estados Unidos – cujo crescimento foi projetado em 3,6% -, ao passo que as economias emergentes terão expansão de 4,3%. Um dos maiores destaques dentro das economias em desenvolvimento é a Índia, que, de acordo com o fundo, crescerá 6,3% em 2015 e 6,5% em 2016, superando a China como
Dados de investimentos em ativos fixos, vendas no varejo e produção industrial na China mostram que a tendência de desaceleração da economia deve continuar, apesar do crescimento robusto. Na comparação anual, os investimentos fixos cresceram 15,7% em dezembro, abaixo da taxa registrada no mês anterior. Em 12 meses, a taxa de crescimento da produção industrial se manteve em 8,3%, ao passo que o crescimento da atividade varejista na margem não foi suficiente para mudar sua trajetória de crescimento em 12 meses, estabilizando-se em 12%. A economia chinesa cresceu 7,4% em 2014.
A Pesquisa Industrial Mensal: Emprego e Salário (PIMES), divulgada nesta quinta-feira pelo IBGE, mostrou retração de 0,4% do pessoal ocupado na indústria em novembro. Em 12 meses, a retração chegou a 3%. A folha de pagamento real, série de rendimentos do trabalho deflacionada pelo Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), acumulou variação negativa de 1% em 12 meses, queda mais acentuada do que a verificada nesta mesma base de comparação em outubro.
A Pesquisa Mensal do Comércio, a PMC, mostrou crescimento real de 0,9% do varejo restrito e 1,2% do varejo ampliado em novembro, na série com ajuste sazonal. Em 12 meses, a variação foi de, respectivamente, 2,6% e -1,2%. No varejo ampliado, que inclui, além dos itens tradicionais do varejo restrito, as atividades de vendas de veículos e materiais de construção, as maiores variações positivas na comparação mensal vieram das categorias Livros, jornais, revistas e papelaria, com alta de 9,6%, e Veículos e motos, partes e peças, com crescimento de 5,5%. Do lado negativo estão as vendas de combustíveis e lubrificantes, com queda de 0,2%, e nos supermercados, com retra&cced
O saldo da balança comercial chinesa em dezembro mostrou superávit de US$ 49,6 bilhões, resultado de um crescimento de 9,7% das exportações e uma queda de 2,4% das importações na comparação mensal. Apesar de positivo, o saldo é quase 9% menor do que contabilizado em novembro de 2014. De todo modo, o resultado de dezembro sugere que o setor externo tem compensado parte da desaceleração da absorção interna (gasto com bens e serviços e investimento). Além do impacto positivo sobre a demanda agregada, o aumento das exportações também poderá dar suporte à valorização da moeda chinesa no mercado de divisas.
As expectativas para a inflação medida pelo Índice de preços ao Consumidor Amplo (IPCA) em 2015 pioraram pela segunda semana consecutiva. De 6,56%, a projeção para o indicador aumentou para 6,6%, valor já acima do teto de tolerância estipulado pela autoridade monetária . Em 2014, o IPCA acumulou variação de 6,41%. Além da deterioração com relação ao índice de preços, o mercado revisou para baixo a taxa de crescimento do PIB tanto em 2014 quanto em 2015. A perspectiva é a de que produto cresça 0,11% no ano anterior e 0,4% neste ano.