O Fundo Monetário Internacional (FMI) divulgou nesta terça-feira (20) nova revisão de projeções de crescimento para a economia mundial nos próximos anos. Em 2015, o fundo acredita que a economia mundial crescerá 3,5%, uma queda de 0,3 p.p. em comparação à última pesquisa, publicada em outubro de 2014. As economias desenvolvidas avançarão 2,4% no ano, puxadas em grande medida pelos Estados Unidos – cujo crescimento foi projetado em 3,6% -, ao passo que as economias emergentes terão expansão de 4,3%. Um dos maiores destaques dentro das economias em desenvolvimento é a Índia, que, de acordo com o fundo, crescerá 6,3% em 2015 e 6,5% em 2016, superando a China como

Dados de investimentos em ativos fixos, vendas no varejo e produção industrial na China mostram que a tendência de desaceleração da economia deve continuar, apesar do crescimento robusto. Na comparação anual, os investimentos fixos cresceram 15,7% em dezembro, abaixo da taxa registrada no mês anterior. Em 12 meses, a taxa de crescimento da produção industrial se manteve em 8,3%, ao passo que o crescimento da atividade varejista na margem não foi suficiente para mudar sua trajetória de crescimento em 12 meses, estabilizando-se em 12%. A economia chinesa cresceu 7,4% em 2014.

A Pesquisa Industrial Mensal: Emprego e Salário (PIMES), divulgada nesta quinta-feira pelo IBGE, mostrou retração de 0,4% do pessoal ocupado na indústria em novembro. Em 12 meses, a retração chegou a 3%. A folha de pagamento real, série de rendimentos do trabalho deflacionada pelo Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), acumulou variação negativa de 1% em 12 meses, queda mais acentuada do que a verificada nesta mesma base de comparação em outubro.  

A Pesquisa Mensal do Comércio, a PMC, mostrou crescimento real de 0,9% do varejo restrito e 1,2% do varejo ampliado em novembro, na série com ajuste sazonal. Em 12 meses, a variação foi de, respectivamente, 2,6% e -1,2%.  No varejo ampliado, que inclui, além dos itens tradicionais do varejo restrito, as atividades de vendas de veículos e materiais de construção, as maiores variações positivas na comparação mensal vieram das categorias Livros, jornais, revistas e papelaria, com alta de 9,6%, e Veículos e motos, partes e peças, com  crescimento de 5,5%. Do lado negativo estão as vendas de combustíveis e lubrificantes, com queda de 0,2%, e nos supermercados, com retra&cced

O saldo da balança comercial chinesa em dezembro mostrou superávit de US$ 49,6 bilhões, resultado de um crescimento de 9,7% das exportações e uma queda de 2,4% das importações na comparação mensal. Apesar de positivo, o saldo é quase 9% menor do que contabilizado em novembro de 2014. De todo modo, o resultado de dezembro sugere que o setor externo tem compensado parte da desaceleração da absorção interna (gasto com bens e serviços e investimento). Além do impacto positivo sobre a demanda agregada, o aumento das exportações também poderá dar suporte à valorização da moeda chinesa no mercado de divisas.   

As expectativas para a inflação medida pelo Índice de preços ao Consumidor Amplo (IPCA) em 2015 pioraram pela segunda semana consecutiva. De 6,56%, a projeção para o indicador aumentou para 6,6%, valor já acima do teto de tolerância estipulado pela autoridade monetária . Em 2014, o IPCA acumulou variação de 6,41%. Além da deterioração com relação ao índice de preços, o mercado revisou para baixo a taxa de crescimento do PIB tanto em 2014 quanto em 2015. A perspectiva é a de que produto cresça 0,11% no ano anterior e 0,4% neste ano.

Em caráter excepcional o Informe Semanal será publicado na próxima segunda-feira pela manhã.

O ÍIacute;ndice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) de dezembro, divulgado nesta sexta-feira pelo IBGE, variou 0,78%, o que fez com que a taxa de variação acumulada em 12 meses caísse de 6,56% para 6,41% - resultado próximo ao teto de tolerância estipulado pelo Conselho Monetário Nacional (CMN), de 6,5%. A maior contribuição individual para o aumento do índice veio da categoria passagens aéreas, com participação de 0,2 ponto percentual. O item Transporte como um todo variou 1,38% no mês (contribuição de 0,25 p.p. ao índice), ao passo que Alimentos registrou aumento de 1,08% (contribuição de 0,27 p.p. ao índice) nesta base comparativa. O dado veio

A  Pesquisa Industrial Mensal – Produção Física (PIM-PF) de novembro, divulgada nesta quinta-feira,  apresentou queda da produção de 0,7% na margem e 5,8% na comparação interanual. A mediana das expectativas de mercado apontava crescimento de 0,5% na comparação novembro/outubro. Na comparação contra mesmo mês do ano anterior, as categorias que registraram as maiores quedas foram: Bens de Capital (-9,7%) e Bens de Consumo Duráveis (-11%). Na margem, a maior queda  está associada à produção de Bens de Consumo Duráveis, com variação de -2,1%. Nesta base de comparação, todos os segmentos apresentaram retração

Na Europa, o  Índice de Preços ao Consumidor (CPI, na sigla em inglês) variou -0,08% em dezembro e -0,2% no acumulado do ano. Esta é a primeira variação negativa no acumulado em 12 meses desde outubro de 2009. O resultado coloca ainda mais pressão sobre a autoridade monetária da união, o Banco Central Europeu, que deve revelar, em breve, um amplo programa de compra de ativos – a exemplo do que o FED fez nos EUA logo após a crise financeira global -, com o objetivo duplo de sustentar os preços dos títulos públicos e injetar liquidez no sistema. A entrada da União Europeia em terreno deflacionário já era esperada, devido à abrupta e intensa queda dos preços

    

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