Inflação no atacado foi mais difundida em abril
08 de Mai de 2026
Informe Diário
08 de Mai de 2026
Produção industrial avançou 0,1% em março
07 de Mai de 2026
Informe Diário
07 de Mai de 2026
Informe Diário
06 de Mai de 2026
Os resultados da PNAD Contínua Mensal para os meses de novembro de 2017 a janeiro de 2018 evidenciaram estabilidade no mercado de trabalho em relação ao trimestre imediatamente anterior e queda da taxa de desocupação na comparação com o mesmo trimestre para o ano interior. A taxa de desocupação registrada foi de 12,2%, a mesma observada no trimestre anterior, mas 0,4 p.p. abaixo da observada no trimestre de novembro de 2016 a janeiro de 2017. A população desocupada permaneceu em 12,7 milhões e a população ocupada se manteve em 91,7 milhões. Na comparação com o mesmo trimestre do ano anterior ambos indicadores apresentaram avanço; a taxa de desocupação para esse período era de 12,9 milhões enquanto a população ocupada era inferior em 1,8 milhões de pessoas. O númer
O Índice de Confiança do Comércio divulgado pela Fundação Getúlio Vargas avançou no mês de fevereiro para 95,5 pontos e atingiu seu maior nível desde 2014, quando havia registrado 97,8 pontos. O Índice de Satisfação atual também avançou e atingiu 92,8 pontos, ao passo que o Índice de Expectativas recuou de 102,4 para 98,4 pontos em fevereiro.
O Índice Geral de Preços - Mercado (IGP-M) subiu 0,07% em fevereiro, percentual significativamente inferior ao observado em janeiro quando se registrou alta de 0,76%. Com o resultado, o índice acumula queda de 0,42% nos últimos doze meses; cenário muito diferente de fevereiro de 2017 quando o índice acumulava alta de 5,38% em 12 meses. O Índice de Preços ao Produtor Amplo (IPA) recuou 0,02% no mês, sobretudo em decorrência do recuo de 0,71% no preço dos Bens Finais; sendo o principal responsável o comportamento dos preços do grupo combustíveis para o consumo, cuja taxa de variação foi de 4,09% para -2,63%. O Índice de Preços ao Consumidor (IPC) variou 0,28% em fevereiro ante 0,56% no mês anterior. A principal contribuição para esse recuo veio do grupo de Alimentação,
O Índice de Confiança da Construção da Fundação Getúlio Vargas recuou 1,2 pontos em fevereiro, de modo que o resultado registrado foi de 81,4 pontos. A despeito do recuo observado, o resultado da média móvel trimestral manteve a trajetória ascendente. A queda na confiança dos empresários se deu sobretudo em decorrência das incertezas em relação ao clima de negócios nos próximos seis meses; o que é ilustrado pela queda no Índice de Expectativas de 95,9 para 92,7 pontos na passagem de janeiro para fevereiro. O índice de Situação Atual, por sua vez, aumentou 0,6 pontos e chegou a 70,5 pontos em fevereiro.
O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo 15 (IPCA-15) teve variação de 0,38% em fevereiro. O resultado é próximo ao observado em janeiro, quando a variação foi de 0, 39% e é a segunda menor taxa para um mês de fevereiro desde a implementação do Plano Real, ficando apenas atrás da variação de 0,34% observada em 2000. O acumulado em doze meses foi de 2, 86%, resultado inferior ao verificado nos doze meses imediatamente anteriores. O grupo de Educação registrou a maior variação no mês, comportamento comum por ocasião dos reajustes de preços associados ao início do ano letivo. O grupo de Transportes, impulsionado pelo aumento no preço dos combustíveis, variou 1,11%. Os grupos de Habitação e Vestuário, por sua vez, apresentaram variação negativa de 0,51% e 0
O Índice de Confiança do Empresário Industrial (ICEI) registrou 58,8 pontos, apenas 0,2 abaixo do observado em janeiro. Dessa forma, a confiança do empresário permanece em alta e acima da média histórica, de 54,1 pontos. Os dois componentes do ICEI apresentaram pequenas variações em direções opostas; por um lado, o Índice de Condições Atuais avançou 0,1 ponto para 53,2 pontos, o que ilustra a percepção do empresário de que houve melhoria no ambiente atual de negócios. O Índice de expectativas por sua vez, recuou de 62,0 para 61,6 pontos, sobretudo em decorrência das incertezas associadas às eleições. A despeito disso, os resultados do ICEI são ilustrativos do otimismo do empresariado de maneira geral.
O Monitor do PIB da Fundação Getúlio Vargas indica que a economia brasileira cresceu 1,0% no ano de 2017 após dois anos de retração consecutiva. O resultado positivo encontra explicações tanto pelo lado da oferta quanto pela demanda. Do lado da oferta o desempenho excelente da agropecuária, que cresceu 12,8% no ano, assim como a recuperação da indústria de transformação, que cresceu 1,8%, são os principais responsáveis pelo crescimento da economia. Também contribuíram para esse quadro pelo lado da oferta o desempenho da indústria extrativa e das atividades de comércio e transporte. Pelo lado da demanda, por sua vez, o crescimento de 1,1% do consumo das famílias e o crescimento das exportações por ocasião do crescimento econômico mundial foram os principais componen
O Relatório Focus divulgado nesta segunda-feira evidenciou o otimismo do mercado em relação ao desempenho da economia para 2018. As expectativas para o IPCA foram de 3,84% para 3,81%, caracterizando a terceira queda seguida. As projeções para o IGP-M caíram pela segunda semana consecutiva para 4,50% após resultado abaixo do esperado na 2ª prévia do indicador para o mês de fevereiro. Indo no mesmo sentido de expectativas mais otimistas, as projeções para a Dívida Líquida do Setor Público também foram revisadas, de 55,5% para 55,3% do PIB. No que diz respeito ao nível de atividade, também é possível observar otimismo por parte do mercado; as projeções para o crescimento do PIB foram de 2,7% para 2,8%, ao passo que a projeção para o crescimento da Produção Industrial
O setor de serviços cresceu 1,3% no mês de dezembro em relação a novembro. Com o segundo resultado positivo consecutivo nesse tipo de comparação, o resultado acumulado no ano para o setor foi um recuo de 2,8%. Em relação a dezembro de 2016, foi observado um aumento de 0,5% no volume de serviços, interrompendo a série de 32 resultados negativos nesse tipo de comparação. A receita nominal no setor variou 0,9% em relação a novembro e 5,0% em relação a dezembro de 2016. As atividades que mais avançaram no mês foram Transportes, Serviços profissionais, administrativos e complementares e Outros Serviços, que avançaram 2,3%, 0,6% e 0,7% respectivamente. Os Serviços prestados às famílias, por sua vez, registraram a maior queda, de 0,9%. No que diz respeito ao volume de serv
O Índice Geral de Preços - 10 (IGP-10) variou 0,23% no mês de fevereiro. A taxa é inferior à verificada em janeiro, de 0,79%, mas superior à observada para fevereiro de 2017, de 0,14%. Com o resultado do mês, a taxa acumulada para 2018 do IGP-10 é de 1,02%, e o resultado acumulado para doze meses é uma queda de 0,42%. O Índice de Preços ao Produtor Amplo (IPA) registrou variação de 0,09%; desaceleração expressiva frente o resultado de 1,06% observado em janeiro. O resultado se deve sobretudo à variação negativa dos preços de Bens Finais, que recuaram 0,46% tendo por principal responsável o comportamento do subgrupo alimentos processados, cuja taxa passou de 0,63% para -2,12%. O Índice relativo aos preços de Bens Intermediários apresentou variação de 1,06%, superior